06 9 / 2014

nataliaabdon:

http://issuu.com/nataliaabdon0/docs/existe_um_lugar_-_eveline_carneiro_

Livro-Fanfic escrito por Eveline Carneiro e diagramado por Natalia Abdon. A fanfic ‘Existe um Lugar’ conta a história de Gina e Ferdinando, personagens da novela Meu Pedacinho de Chão escrita por Benedito Ruy Barbosa, sob o olhar de uma fã e utiliza a linguagem e cenários da produção. A diagramação foi inspirada livremente na mesma obra ficcional a fim de cumprir uma atividade curricular do curso de Design Gráfico do IFPE e foi também uma forma de homenagear todas as equipes que se dedicaram para construção de uma verdadeira obra de arte. Obrigada a todos os envolvidos. Espero que gostem!

 Em tempo: O mote utilizado para a publicação do livro-fanfic seria um concurso fictício de fanfics sobre Meu Pedacinho de Chão promovido pela Rede Globo.

02 9 / 2014

Cada vez que ouço essa música é uma sensação diferente. Cada nota executada com maestria. Uma energia muito grande! #amo #bandamalta @thormoraes @adriano_daga @brunoboncini@diegobassmalta @anapaulaslopes88 @roseboneti #exercitoazul #supernova

Cada vez que ouço essa música é uma sensação diferente. Cada nota executada com maestria. Uma energia muito grande! #amo #bandamalta @thormoraes @adriano_daga @brunoboncini
@diegobassmalta @anapaulaslopes88 @roseboneti #exercitoazul #supernova

15 8 / 2014

nataliaabdon:

http://issuu.com/nataliaabdon0/docs/existe_um_lugar_-_eveline_carneiro_

Livro-Fanfic escrito por Eveline Carneiro e diagramado por Natalia Abdon. A fanfic ‘Existe um Lugar’ conta a história de Gina e Ferdinando, personagens da novela Meu Pedacinho de Chão escrita por Benedito Ruy Barbosa, sob o olhar de uma fã e utiliza a linguagem e cenários da produção. A diagramação foi inspirada livremente na mesma obra ficcional a fim de cumprir uma atividade curricular do curso de Design Gráfico do IFPE e foi também uma forma de homenagear todas as equipes que se dedicaram para construção de uma verdadeira obra de arte. Obrigada a todos os envolvidos. Espero que gostem!

 Em tempo: O mote utilizado para a publicação do livro-fanfic seria um concurso fictício de fanfics sobre Meu Pedacinho de Chão promovido pela Rede Globo.

26 7 / 2014

Coroada de névoas, surge a aurora 
Por detrás das montanhas do oriente; 
Vê-se um resto de sono e de preguiça, 
Nos olhos da fantástica indolente. 

Névoas enchem de um lado e de outro os morros 
Tristes como sinceras sepulturas, 
Essas que têm por simples ornamento 
Puras capelas, lágrimas mais puras. 

A custo rompe o sol; a custo invade 
O espaço todo branco; e a luz brilhante 
Fulge através do espesso nevoeiro, 
Como através de um véu fulge o diamante. 

Vento frio, mas brando, agita as folhas 
Das laranjeiras úmidas da chuva; 
Erma de flores, curva a planta o colo, 
E o chão recebe o pranto da viúva. 

Gelo não cobre o dorso das montanhas, 
Nem enche as folhas trêmulas a neve; 
Galhardo moço, o inverno deste clima 
Na verde palma a sua história escreve. 

Pouco a pouco, dissipam-se no espaço 
As névoas da manhã; já pelos montes 
Vão subindo as que encheram todo o vale; 
Já se vão descobrindo os horizontes. 

Sobe de todo o pano; eis aparece 
Da natureza o esplêndido cenário; 
Tudo ali preparou co’os sábios olhos 
A suprema ciência do empresário. 

Canta a orquestra dos pássaros no mato 
A sinfonia alpestre, — a voz serena 
Acordo os ecos tímidos do vale; 
E a divina comédia invade a cena. 

Machado de Assis, in ‘Falenas’

25 7 / 2014

"Você fez falta como um lápis de cor novo que sumiu. Mas depois de um tempo, aprendi que outros tons de azul também colorem o céu."

Diego Castro.  (via alentador)

24 7 / 2014

Acontece…

Acontece…

23 7 / 2014

"Eu direi as palavras mais terríveis esta noite
enquanto os ponteiros se dissolvem
contra o meu poder
contra o meu amor
no sobressalto da minha mente
meus olhos dançam
no alto da Lapa os mosquitos me sufocam
que me importa saber se as mulheres são
férteis se Deus caiu no mar se
Kierkegaard pede socorro numa montanha
da Dinamarca?"

Roberto Piva em trechos de "Meteoro". (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

22 7 / 2014

21 7 / 2014

"

Como um fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu fui refugiar-me à tua porta!

Fazia frio e o frio que fazia
Não era esse que a carne nos contorta…
Cortava assim como em carniçaria
O aço das facas incisivas corta!

Mas tu não vieste ver minha Desgraça!
E eu saí, como quem tudo repele,
— Velho caixão a carregar destroços —

Levando apenas na tumba carcaça
O pergaminho singular da pele
E o chocalho fatídico dos ossos!

"

Solitário, Augusto dos Anjos.  (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

20 7 / 2014

"Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não."

Vinicius de Moraes    (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

19 7 / 2014

Você nem pode saber…

Você nem pode saber…

(Fonte: imaginaryway, via nogetsex)

18 7 / 2014

luanasueiko:

Logo/Vetor da Sony Ericssom. Feito utilizando o CorelDraw

Por Takoyaki

luanasueiko:

Logo/Vetor da Sony Ericssom. Feito utilizando o CorelDraw

Por Takoyaki

18 7 / 2014

Takoyaki <3

Takoyaki <3

(Fonte: luanasueiko)

18 7 / 2014

lookintohisheart:

Kristen Stewart | Studio CinéLive

look at her boom in her shadow though

(Fonte: stewarter, via blows-for-love)

17 7 / 2014

"

Somos todos
um bando de viciados,
enquanto o mundo
não para nunca,
acelera
e nos engole.

Viciados
nas imagens cinematográficas
no noticiário da Folha de domingo
no rebolado de Cecília na avenida
na bebida, no Malboro, na escrita,
no sorriso escancarado de Joel
no espetáculo tragicômico da vida
no amor
na ferida
nas flores que despistam a morte
na despedida.

Somos todos
um bando de viciados
enquanto o caos
não para nunca,
acelera
e nos engole por dentro.

E depois do estrago o suicídio abre as gavetas
e escrevemos todas as magoas, as metades, as perdas
escancaramos nossas almas sem sinal nem cortinas
iniciamos o espetáculo da utopia desvanecida
porque chorar se torna medíocre
porque as mãos estão suadas e escorregadias
porque você não se cansa de ir embora
porque a visão não permite mais o foco

e a realidade escapole e afoga
e o amor alucina e ressuscita a única saída,
a poesia.

Somos um bando de poetas enlouquecidos.

"

Elisa Bartlett. (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)